Sumário

Teoria clássica da gestão

Abordagem clássica surge na 2ª e 3ª décadas do século XX, quando se deu o conhecimento do mercado e sentiu se a necessidade de produzir maiores quantidades mais rapidamente e com menores custos.
Caracteriza-se pela ênfase na estrutura organizacional, pela visão do homem económico e pela busca da máxima eficiência.

Principais percursos
A bordagem, cujos percursores são Taylor, Fayol e Weber, defendia que o homem tinha um papel complementar na organização – que era vista como uma estrutura. teoria clássica Frederick Taylor (EUA) Henri Fayol (França) Max Weber (Alemanha).

Fundamentos
Os clássicos procuravam normalizar todos os processos das organizações, evitando a ocorrência de falhas ou desvios nos procedimentos. No ambito em que surge a teoria clássica, ela foi aplaudida, pois resolvia os problemas levantados pelas organizações. Alguns destes problemas até agora existem.

Repare que as pessoas tem dificuldades de seguir normas e procedimentos, pior quando estes não são expressamente escritos. Por isso, até hoje o modelo burocrático de Weber ainda vigora, principalmente nas grandes organizações e no sistema político.
Um bom sistema burocrático deve ter: um sistema de regras uniformizadas, divisão de tarefas, hierarquia, estrutura de autoridade bem detalhada, conceito de carreira, estrutura autoritária, impessoalidade

Falhas da Teoria Clássica
Uma das principais falhas desta teoria é desvalorizar Homem, pois para os clássicos da administração, o Homem é apenas um recurso, que não possui sentimento, ou seja, se iguala a uma máquina e sua principal função é executar as tarefas. Dai a enfase desta teoria estar assente nas tarefas.

É importante evidenciar que a teoria clássica tinha seu foco no resultado, sem no entanto considerar a importância que os meios (Homem) desempenham para o pleno atingimento destes resultados. Apesar de influenciar no aumento da produtividade das organizações; levar a que os funcionários cumprissem certo conjunto de regras ou procedimentos previamente estabelecidos seguindo a supervisão dos gestores (de topo, intermediários e de linha), ela ignorava todos os restantes aspectos (psicológicos, social e o resto do meio envolvente da organização). A quando da vigência da teoria clássica, as organizações eram dirigidas por chefes, que faziam cumprir regras internas para atingir os resultados.

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